LuCaS
Eu queria ser alguém que compreende que o verdadeiro poder
reside na compaixão e na solidariedade. Eu queria ser uma alma livre, que não
se prende a fronteiras ou bandeiras, pois a terra pertence a todos nós, independentemente
de onde nascemos ou crescemos.
Eu queria ser um ser humano que vê o valor intrínseco em
cada pessoa, que reconhece que as leis não precisam nos separar, mas sim nos
unir em nossa humanidade compartilhada. Eu queria ser um defensor da liberdade
individual, mas sempre com um olhar atento para o bem-estar coletivo,
compreendendo que minha liberdade não deve prejudicar a dos outros.
Eu queria ser um guardião da natureza, alguém que valoriza e
respeita o mundo ao nosso redor, entendendo que não somos proprietários, mas
sim cuidadores temporários de um planeta que deve ser preservado para futuras
gerações. Eu queria ser alguém que pratica a simplicidade voluntária,
valorizando experiências e conexões humanas acima de posses materiais,
encontrando a verdadeira riqueza na abundância que a natureza nos oferece
generosamente.
Eu queria ser uma voz que clama por justiça, equidade e
inclusão, acreditando que um mundo melhor é possível quando trabalhamos juntos
para derrubar barreiras e construir pontes de entendimento e colaboração. Eu
queria ser um visionário, que sonha com um futuro onde a paz e a harmonia sejam
a norma, e onde cada indivíduo possa florescer em seu potencial pleno sem medo
de opressão ou discriminação.
Eu queria ser um farol de esperança, iluminando o caminho
para aqueles que buscam um mundo mais justo e compassivo, inspirando outros a
se juntarem a essa jornada de transformação e renovação. Eu queria ser um
anarquista no sentido mais puro e idealista, alguém que acredita que, através
do amor, da empatia e do respeito mútuo, podemos criar uma sociedade onde todos
são valorizados e ninguém é deixado para trás.
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