terça-feira, 15 de setembro de 2026

Tempo de Mudanças e Mudança de Tempo na Maçonaria do Século XXI: Perspectivas Filosóficas e Sociológicas

 Tempo de Mudanças e Mudança de Tempo na Maçonaria do Século XXI: Perspectivas Filosóficas e Sociológicas

Por: LuCaS*

Resumo: Este artigo analisa a relação entre tempo de mudanças e mudança de tempo no contexto da maçonaria contemporânea. A partir de uma abordagem filosófica e sociológica, discute-se como a ordem maçônica se posiciona diante das transformações aceleradas da modernidade líquida e da hipermodernidade, sem perder sua essência simbólica. A pesquisa, de caráter qualitativo, fundamenta-se em revisão bibliográfica e análise hermenêutica de símbolos e rituais maçônicos. Os resultados demonstram que a maçonaria atua simultaneamente como guardiã da memória e catalisadora da transformação, instaurando um “tempo simbólico” distinto do ritmo acelerado da sociedade digital. Conclui-se que a convivência entre permanência e mudança constitui a própria condição de vitalidade da maçonaria no século XXI.

Palavras-chave: Maçonaria; Filosofia; Sociologia; Tempo; Modernidade.

Time of Changes and Change of Time in Freemasonry of the 21st Century: Philosophical and Sociological Perspectives

By: LuCaS

Abstract: This article analyzes the relationship between time of changes and change of time within the context of contemporary Freemasonry. Drawing on philosophical perspectives (Heraclitus, Augustine, Nietzsche) and sociological approaches (Elias, Bauman, Lipovetsky), the study explores how Freemasonry positions itself amid accelerated transformations of liquid modernity and hypermodernity while preserving its symbolic essence. The research adopts a qualitative methodology, based on bibliographic review and hermeneutic analysis of Masonic symbols and rituals. Findings reveal that Freemasonry operates simultaneously as guardian of memory and catalyst of transformation, establishing a symbolic time distinct from the accelerated pace of digital society. It is concluded that the coexistence of permanence and change constitutes the essential condition for Freemasonry’s vitality in the twenty-first century.

Keywords: Freemasonry; Philosophy; Sociology; Time; Modernity.

 

Tempo de Mudanças e Mudança de Tempo na Maçonaria do Século XXI: Perspectivas Filosóficas e Sociológicas

Por: LuCaS

 

Introdução

O século XXI é caracterizado por transformações sociais, culturais e tecnológicas que configuram um verdadeiro tempo de mudanças. Revoluções digitais, novas “sensibilidades” éticas e a fragmentação dos vínculos sociais marcam uma era em que estruturas tradicionais são constantemente desafiadas. Paralelamente, vivencia-se uma mudança de tempo, perceptível na aceleração histórica e na alteração da própria experiência subjetiva do ritmo da vida. Nesse cenário, a maçonaria, instituição iniciática de longa tradição, enfrenta o desafio de se reinventar sem perder sua essência simbólica.

Silva (2022) problematiza essa distinção ao perguntar: “É realmente diferente um tempo de mudanças de uma mudança de tempo, ou se trata apenas de um jogo de palavras?”. Para o autor, em um tempo de mudanças, as características da época histórica vigente não estão em crise estrutural; as transformações que surgem podem ser interpretadas e manejadas com o apoio dos “artefatos intelectuais” produzidos pela própria época, isto é, conceitos, teorias e instrumentos que orientam os posicionamentos sociais, econômicos, políticos e institucionais. Já em uma mudança de tempo, as características dominantes entram em colapso, sofrendo críticas inexoráveis em razão dos impactos negativos do modelo de desenvolvimento praticado. Os artefatos intelectuais da época em declínio tornam-se obsoletos, deixando indivíduos e instituições perplexos e vulneráveis diante de novos desafios.

Metaforicamente, afirma Silva, em um tempo de mudanças basta “limpar as lentes” culturais que moldam nossa visão de mundo, removendo manchas ocasionais que dificultam a leitura da realidade. Para isso, recorre-se à “caixa de artefatos intelectuais” da própria época, buscando conceitos ou metáforas que restabeleçam o foco. Todavia, em uma mudança de época, não basta limpar as lentes: é preciso trocá-las, pois os instrumentos conceituais disponíveis já não oferecem respostas adequadas. Em outras palavras, em um tempo de mudanças, os modos de interpretação vigentes são suficientes para compreender e manejar as transformações em curso; em uma mudança de época, tais modos revelam-se insuficientes ou obsoletos, exigindo a reconstrução dos paradigmas de interpretação e intervenção.

A problemática central deste estudo consiste, portanto, em compreender como a maçonaria contemporânea se posiciona diante dessa tensão entre permanência e transformação. De um lado, preserva símbolos e rituais ancestrais que atravessam séculos; de outro, precisa dialogar com as exigências da modernidade líquida (BAUMAN, 2001) e da hipermodernidade (LIPOVETSKY, 2005).

A relevância da pesquisa reside na necessidade de analisar a maçonaria como espaço de resistência e adaptação: enquanto guardiã da memória, mantém viva uma tradição iniciática que confere sentido existencial; enquanto catalisadora da transformação, é chamada a reinterpretar seus símbolos à luz das demandas contemporâneas, como diversidade, inclusão e ética global.

A metodologia adotada é qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica de obras clássicas da filosofia (HERÁCLITO, AGOSTINHO, NIETZSCHE) e da sociologia (ELIAS, BAUMAN, LIPOVETSKY, ELIADE), além de literatura especializada sobre a maçonaria (CAMINO, 2006; ISMAIL, 2018; PIKE, 1871; MACKEY, 1869; RAGON, 2012).

Fundamentação Filosófica

Silva (2022) distingue entre tempo de mudanças e mudança de tempo, mostrando que em um tempo de mudanças basta “limpar as lentes” culturais, ajustando os modos de interpretação vigentes, enquanto em uma mudança de tempo é necessário “trocar as lentes”, reconstruindo paradigmas de compreensão e intervenção. Essa metáfora é decisiva para compreender a dimensão filosófica do tempo na maçonaria: a ordem não apenas enfrenta mudanças pontuais, mas também participa de mudanças de época, em que seus símbolos e rituais precisam ser reinterpretados para manter vitalidade.

Heráclito de Éfeso afirmava que “tudo flui, nada permanece” (HERÁCLITO, 2001). Essa máxima, que atravessa séculos, encontra ressonância direta na maçonaria contemporânea, que preserva símbolos como o compasso e o esquadro, mas os reinventa em cada geração. A metáfora do rio heraclitiano — em que nunca se entra duas vezes na mesma água — traduz com precisão a dinâmica iniciática: cada ritual, embora formalmente idêntico, é vivido de maneira singular por cada iniciado, em cada contexto histórico. Assim, a permanência não é rigidez, mas tradição dinâmica, que se atualiza continuamente.

 Agostinho, em suas Confissões, concebe o tempo como experiência subjetiva, manifestada em três dimensões: memória, expectativa e vivência (AGOSTINHO, 1999). Essa tríade é decisiva para compreender o tempo maçônico. A memória preserva os ritos ancestrais e a continuidade histórica da ordem; a expectativa projeta o futuro, orientado pelos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade; e a vivência é o presente concreto do rito, onde o iniciado experimenta a transformação interior. A maçonaria, nesse sentido, recria o tempo subjetivamente em cada iniciação, tornando-se capaz de dialogar com o presente sem perder o vínculo com o passado e sem deixar de projetar o futuro.

Nietzsche, com o conceito do eterno retorno, provoca uma reflexão radical: imaginar que cada instante da vida se repetirá infinitamente, obrigando-nos a avaliar se nossas práticas são dignas de serem vividas eternamente (NIETZSCHE, 2006). Aplicado à maçonaria, esse conceito levanta uma questão crucial: os rituais e símbolos, repetidos geração após geração, seriam apenas formalidades sem sentido ou poderiam ser fonte inesgotável de significado?

Albert Pike (1871), em Morals and Dogma, responde implicitamente a essa provocação ao afirmar que os ritos não são repetições vazias, mas instrumentos vivos de reflexão, cujo valor está em reinterpretar continuamente os símbolos à luz das necessidades atuais.

Rizzardo da Camino (2006), em A Maçonaria e sua Filosofia, reforça essa leitura ao destacar que a ordem não é um sistema fechado, mas uma tradição dinâmica que se atualiza conforme o contexto histórico.

Kennyo Ismail (2018), em Introdução à Maçonaria, acrescenta que a vitalidade da ordem depende de sua capacidade de dialogar com as demandas contemporâneas, como diversidade e inclusão, sem perder sua essência iniciática.

Albert Mackey (1869), em The Symbolism of Freemasonry, complementa ao afirmar que os símbolos maçônicos não são ornamentos, mas veículos de transmissão de valores universais, que só mantêm relevância quando reinterpretados.

A síntese filosófica revela que a maçonaria vive justamente na tensão entre permanência e mudança. Heráclito mostra que a tradição é fluxo; Agostinho, que o tempo é consciência; Nietzsche, que a repetição só tem sentido quando se transforma em criação. Camino, Ismail, Pike e Mackey reforçam que a ordem só se mantém viva quando transforma sua tradição em fonte inesgotável de significado. Assim, a fundamentação filosófica evidencia que o tempo de mudanças e a mudança de tempo não são apenas categorias abstratas, mas dimensões existenciais que atravessam a prática maçônica, garantindo sua relevância no século XXI.

Fundamentação Sociológica

A sociologia permite compreender o tempo não apenas como experiência subjetiva, mas como construção coletiva que organiza práticas, instituições e ritmos sociais. Nesse sentido, a maçonaria, enquanto instituição iniciática, insere-se em um campo de tensões entre permanência e aceleração, tradição e inovação, oferecendo uma temporalidade própria que contrasta com a lógica da modernidade líquida e da hipermodernidade.

Norbert Elias (1998) demonstra que o tempo é uma convenção social, estruturada por calendários, relógios e rotinas que permitem a coordenação da vida coletiva. O tempo, portanto, não é natural, mas cultural. A maçonaria, ao organizar encontros e rituais, cria um “tempo simbólico” distinto do “tempo acelerado da modernidade”. Esse “tempo” ritualizado funciona como suspensão da urgência cotidiana, permitindo que os iniciados vivenciem uma temporalidade qualitativa, voltada para reflexão, interioridade e aprofundamento dos vínculos.

Zygmunt Bauman (2001) descreve a modernidade líquida como cenário de vínculos frágeis e transitórios, em que relações sociais se tornam instáveis e o “tempo histórico” se comprime. Nesse contexto, a maçonaria pode ser vista como espaço de resistência, oferecendo laços duradouros e significativos que contrastam com a fluidez das relações modernas. Ao propor rituais e símbolos permanentes, a Ordem cria um contraponto à volatilidade da vida contemporânea, reafirmando valores de continuidade e profundidade.

Gilles Lipovetsky (2005) amplia essa análise ao caracterizar a hipermodernidade como tempo marcado pela hiperaceleração, pelo hiperconsumo e pela busca incessante por novidades. A vida social torna-se fragmentada e dominada pela lógica da instantaneidade. Nesse cenário, a maçonaria oferece uma alternativa simbólica: ao propor um tempo ritualizado e lento, convida os iniciados a resistirem à superficialidade da vida hipermoderna, cultivando reflexão crítica e vínculos sólidos.

Mircea Eliade (1992) acrescenta que os ritos instauram uma ruptura no “tempo profano” e criam um “tempo sagrado”, capaz de conectar o indivíduo a uma dimensão transcendente. A maçonaria, ao realizar seus rituais, não apenas organiza o tempo social, mas também cria uma temporalidade simbólica que ultrapassa a lógica cotidiana. Essa ruptura é fundamental porque permite que os iniciados experimentem o tempo como algo qualitativo e espiritual, em contraste com o tempo quantitativo e utilitário da sociedade moderna.

Autores maçônicos reforçam essa leitura sociológica. Ragon (2012) lembra que a ortodoxia maçônica não deve ser confundida com imobilismo, mas com fidelidade dinâmica a princípios que se renovam em cada época. Kennyo Ismail (2018) acrescenta que a Ordem precisa dialogar com demandas contemporâneas, como diversidade e inclusão, sem perder sua essência iniciática. Ao estruturar encontros e rituais, a maçonaria cria uma temporalidade própria que resiste à lógica da pressa e da fragmentação, reafirmando valores de permanência e continuidade, mas também se abrindo às exigências de uma sociedade plural e interconectada.

A fundamentação sociológica, portanto, evidencia que a maçonaria constrói um tempo simbólico próprio, que resiste à aceleração da modernidade líquida e da hipermodernidade. Elias mostra que o tempo é convenção social; Bauman e Lipovetsky revelam sua fragilidade e hiperaceleração; Eliade destaca sua dimensão sagrada; Ragon e Ismail reforçam que a Ordem só mantém vitalidade quando dialoga com o presente sem perder sua essência iniciática.

Convivência dos Dois Tempos

A convivência entre tempo de mudanças e mudança de tempo é a própria condição da maçonaria no século XXI. Essa tensão revela-se como espaço de criação e reinvenção, em que tradição e inovação não se anulam, mas se complementam. A filosofia mostra que o tempo é fluxo, consciência e desafio da repetição; a sociologia evidencia que o tempo é construção social, acelerado e fragmentado pela modernidade líquida e pela hipermodernidade; e a literatura maçônica demonstra que símbolos e rituais só mantêm vitalidade quando reinterpretados.

Do ponto de vista filosófico, Heráclito ensina que a permanência é sempre atravessada pelo fluxo (HERÁCLITO, 2001). Agostinho revela que o tempo é inseparável da consciência, vivido como memória, expectativa e vivência (AGOSTINHO, 1999). Nietzsche, com o eterno retorno, desafia a maçonaria a transformar a repetição em criação, evitando que os ritos se tornem formalidades vazias (NIETZSCHE, 2006).

Do ponto de vista sociológico, Elias (1998) mostra que o tempo é convenção coletiva, e a maçonaria, ao estruturar encontros e rituais, cria uma temporalidade própria. Bauman (2001) descreve a modernidade líquida como cenário de vínculos frágeis, e a ordem oferece estabilidade em meio à fluidez. Lipovetsky (2005) caracteriza a hipermodernidade pela hiperaceleração e pelo hiperconsumo, e a maçonaria responde com uma temporalidade ritualizada e reflexiva. Eliade (1992) acrescenta que os ritos instauram um tempo sagrado, rompendo com a superficialidade do tempo profano.

Autores maçônicos reforçam essa síntese. Camino (2006) destaca que a maçonaria é tradição dinâmica, que só mantém vitalidade quando reinterpretada. Ismail (2018) aponta que a ordem precisa dialogar com demandas contemporâneas, como diversidade e inclusão, sem perder sua essência iniciática. Pike (1871) enfatiza que os rituais não são repetições vazias, mas instrumentos vivos de reflexão. Mackey (1869) lembra que os símbolos são veículos de transmissão de valores universais, e Ragon (2012) reforça que a ortodoxia maçônica não é imobilismo, mas fidelidade dinâmica a princípios que se renovam em cada época.

A síntese dessas perspectivas revela que a maçonaria não pode se fechar em uma tradição imutável, pois isso a condenaria à irrelevância; tampouco pode dissolver-se na fluidez da modernidade, pois perderia sua identidade simbólica. Seu papel é ser ponte: preservar símbolos que dão sentido à existência, enquanto se abre para novas formas de pensar, sentir e viver. Nesse equilíbrio, a ordem atua como guardiã da memória e catalisadora da transformação, construindo uma temporalidade simbólica que resiste à superficialidade da vida moderna e, ao mesmo tempo, dialoga com os desafios contemporâneos.

Conclusão

Conclui-se que a maçonaria contemporânea é chamada a ser simultaneamente guardiã da memória e catalisadora da transformação. A análise filosófica demonstrou que o tempo, concebido como fluxo por Heráclito (2001), como consciência por Agostinho (1999) e como desafio da repetição por Nietzsche (2006), encontra ressonância direta na prática maçônica, que preserva símbolos ancestrais, mas os reinventa em cada geração. A análise sociológica evidenciou que o tempo é construção coletiva (ELIAS, 1998), acelerado e fragmentado pela modernidade líquida (BAUMAN, 2001) e pela hipermodernidade (LIPOVETSKY, 2005), mas também capaz de ser ritualizado como tempo sagrado (ELIADE, 1992).

A literatura maçônica reforça essa síntese: Camino (2006) destaca que a tradição só mantém vitalidade quando reinterpretada; Ismail (2018) aponta que a ordem precisa dialogar com demandas contemporâneas sem perder sua essência iniciática; Pike (1871) enfatiza que os rituais não são repetições vazias, mas instrumentos vivos de reflexão; Mackey (1869) lembra que os símbolos são veículos de transmissão de valores universais; e Ragon (2012) reforça que a ortodoxia maçônica não é imobilismo, mas fidelidade dinâmica a princípios que se renovam em cada época.

O tempo de mudanças exige coragem para inovar; a mudança de tempo exige sabedoria para preservar a continuidade. A convivência de ambos constitui o espaço onde se constrói uma maçonaria viva, capaz de dialogar com o presente sem trair o passado, transformando tradição em fonte inesgotável de significado. Nesse equilíbrio, a ordem reafirma sua relevância como guardiã da memória e catalisadora da transformação, oferecendo aos seus membros uma temporalidade simbólica que resiste à superficialidade da vida moderna e, ao mesmo tempo, dialoga com os desafios contemporâneos.

Referências Bibliográficas

AGOSTINHO, Santo. Confissões. São Paulo: Paulus, 1999.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

CAMINO, Rizzardo da. A Maçonaria e sua Filosofia. São Paulo: Madras, 2006.

ELIADE, Mircea. Ritos e símbolos de iniciação. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

ELIAS, Norbert. Sobre o tempo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. HERÁCLITO. Fragmentos. Tradução de Emmanuel Carneiro Leão. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

ISMAIL, Kennyo. Introdução à Maçonaria. Brasília: [s.n.], 2018. LIPOVETSKY, Gilles. A era do vazio. Barueri: Manole, 2005.

MACKEY, Albert G. The Symbolism of Freemasonry. New York: Clark & Maynard, 1869.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

PIKE, Albert. Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry. Charleston: L.H. Jenkins, 1871.

PINHEIRO, Ivan Antônio. Maçonaria e memória: um vínculo esquecido, elos perdidos. REHMLAC, v.16, n.2, 2024.

RAGON, J. M. Ortodoxia maçônica. São Paulo: Pensamento, 2012.

RODRIGUES, Iomar Araújo. A influência dos maçons na sociedade contemporânea: o maçom como agente civilizatório na hipermodernidade digital. Revista Científica Maçônica Ad Lucem, v.2, n.1, p.42-49, 2026.

SILVA, LUIZ CARLOS. A Maçonaria do Século XXI: pensar, sentir e viver. Edição virtual. Campina Grande, PB: [s.n.], 2022. Disponível em: https://www.academia.edu/115674973/Ma%C3%A7onaria_do_s%C3%A9culo_xxi_pensar_sentir_e_viver .  Acesso em: 14 set. 2026.


*LuCaS (Luiz Carlos Silva)  é Agrônomo com Mestrado em Agronomia – área de concentração Fitotecnia; é PhD em Recursos Naturais – área de concentração, Manejo de água e solos. É Maçom, 33º do REAA⸫, Delegado Litúrgico da Inspetoria Litúrgica da  Paraíba – 1ª Região (ILPB-1).

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